Pois bem.
Sinto que deixei isto ao abandono. Os químicos, alguns evaporaram-se por graça de Deus ou por qualquer reacção que mais tarde estudarei, certos materiais estão para sempre inutilizaveis. Mas é assim com a Ciência. Estas coisas acontecem. Novas técnicas e descobertas surgem e ultrapassam tudo aquilo que alcançámos, deitando por terra aquilo a que nos dedicámos no passado.
Este é um tempo de reflexão e de análise. Tempo de escrever uns ensaios e de os publicar em revistas científicas de forma a divulgar o produto, as ideias, tudo, no fundo. Sem a divulgação não somos nada; somos, por exemplo, um blog sem leitores e comentários; algo triste e desmotivante. Mas o que é que eu percebo de blogs e de tudo isto? Não passo de uma pobre aprendiz de laboratório, que luta arduamente pelo seu mais que merecido diploma.
Tenho uns quantos projectos capazes de me colocar na vanguarda.
Espero que alguns de vós me acompanhem nessa caminhada.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
sábado, 17 de maio de 2008
Amanhecer
It's Breaking Dawn (darn it. Tinha logo de falar do livro).
Estou a fazer noitada e resolvi aparecer por aqui. Às vezes sinto remorsos por ter deixado de cá vir.
Não tem acontecido nada de novo.
O concerto dos The National já passou. O novo cd dos Death Cab já saiu.
Mas a madrugada chegou e coiso e tal. Novo dia, bla bla bla.
Nah. Hoje não estou nos meus dias.
Não esperem pelo meu regresso. Aliás, esperem. Mas sentados. :]
Estou a fazer noitada e resolvi aparecer por aqui. Às vezes sinto remorsos por ter deixado de cá vir.
Não tem acontecido nada de novo.
O concerto dos The National já passou. O novo cd dos Death Cab já saiu.
Mas a madrugada chegou e coiso e tal. Novo dia, bla bla bla.
Nah. Hoje não estou nos meus dias.
Não esperem pelo meu regresso. Aliás, esperem. Mas sentados. :]
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Anti-social e taciturna
Não é de certeza a melhor disposição para ir dançar a valsa juntamente com os cromos da Matemática.
E mais não digo, pois sinto-me taciturna, o que costuma trazer ao de cima aquela vontade de ser anti-social.
Estou a pensar em ir buscar um iogurte e entreter-me a comê-lo durante uns cinco minutinhos e depois ir enroscar-me na cama e fazer trabalhos de casa. Não é de certeza aquilo que pediria ao menino Jesus pelo Natal, principalmente a parte dos tpc's, mas é o que se arranja.
E é iogurte com aroma de morango.
E mais não digo, pois sinto-me taciturna, o que costuma trazer ao de cima aquela vontade de ser anti-social.
Estou a pensar em ir buscar um iogurte e entreter-me a comê-lo durante uns cinco minutinhos e depois ir enroscar-me na cama e fazer trabalhos de casa. Não é de certeza aquilo que pediria ao menino Jesus pelo Natal, principalmente a parte dos tpc's, mas é o que se arranja.
E é iogurte com aroma de morango.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
É assim que todas elas começam.
Era uma vez um rapaz. Era uma vez um menino órfão. Era uma vez um bebé sobredotado. Era uma vez uma mulher elegante. Era uma vez um senhor com muitos defeitos.
Era uma vez.
Todos eles têm uma história para contar. Umas mais interessantes que as outras, é verdade.
O mundo está cheio delas, de histórias, isto é. Nós é que não as queremos ouvir. Ou fingimos não ter tempo para elas.
Era uma vez a indiferença. Foi assim que ela nasceu.
Era uma vez.
Todos eles têm uma história para contar. Umas mais interessantes que as outras, é verdade.
O mundo está cheio delas, de histórias, isto é. Nós é que não as queremos ouvir. Ou fingimos não ter tempo para elas.
Era uma vez a indiferença. Foi assim que ela nasceu.
Decidi fazer um post aqui.
Boa noite.
Sei que não é costume eu publicar posts neste blog.
Raramente cá venho, não obstante ser uma das poucas que se atreve a comentar.
A minha estreia, apesar de brilhante, foi pouco notada.
Todavia, não pretendo desistir.
Contribuí muito para este blog, mesmo que outros possam não se aperceber deste facto.
Dediquei muitas horas e muito carinho e amor ao Aprendizes de Laboratório.
Ainda lamento a perda do Cientistas sem Diploma, mas aprendi a gostar deste blog como se ele sempre tivesse existido.
Peço desculpa se os meus posts não são tão bons como deveriam ser, ou se não me expresso coerentemente. Isso deve-se, na verdade, a traumas passados.
A minha cabeça encontra-se num emaranhado de pensamentos confusos, sem nexo.
Já devia ter aprendido a não fazer promessas.
Mas proponho-me a fazer o seguinte:
Prometo vir cá escrever um post uma vez por mês, ou que me caiam os dedos do pé esquerdo!
Se por alguma razão não cumprir o indicado, é porque fui irremediavelmente detida com algum assunto urgente ou porque estou doente.
Pronto.
Já vos disse que faço colecção de etiquetas?
Sei que não é costume eu publicar posts neste blog.
Raramente cá venho, não obstante ser uma das poucas que se atreve a comentar.
A minha estreia, apesar de brilhante, foi pouco notada.
Todavia, não pretendo desistir.
Contribuí muito para este blog, mesmo que outros possam não se aperceber deste facto.
Dediquei muitas horas e muito carinho e amor ao Aprendizes de Laboratório.
Ainda lamento a perda do Cientistas sem Diploma, mas aprendi a gostar deste blog como se ele sempre tivesse existido.
Peço desculpa se os meus posts não são tão bons como deveriam ser, ou se não me expresso coerentemente. Isso deve-se, na verdade, a traumas passados.
A minha cabeça encontra-se num emaranhado de pensamentos confusos, sem nexo.
Já devia ter aprendido a não fazer promessas.
Mas proponho-me a fazer o seguinte:
Prometo vir cá escrever um post uma vez por mês, ou que me caiam os dedos do pé esquerdo!
Se por alguma razão não cumprir o indicado, é porque fui irremediavelmente detida com algum assunto urgente ou porque estou doente.
Pronto.
Já vos disse que faço colecção de etiquetas?
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Pardon...?
Juro.
Nunca foi minha intenção demorar tanto tempo a actualizar o blog.
Gosto dele; juro que não fiz por mal.
Pretendia voltar cá um mês depois do meu último post que, a meu ver, não recebeu a atenção que merecia (nem um comentário, nem um!!!), ou seja, a 15 de Dezembro. Contudo, entretanto, esqueci-me, como é óbvio.
A minha próxima ausência é, todavia, justificada: férias de Natal, y' see?
Queria apenas desejar um Natal feliz aos poucos que ainda cá dão um pulinho de mês em mês.
Devia pôr uma daquelas contagens de visitas para saber se tenho um público preguiçoso ou se não tenho público nenhum. ***
Nunca foi minha intenção demorar tanto tempo a actualizar o blog.
Gosto dele; juro que não fiz por mal.
Pretendia voltar cá um mês depois do meu último post que, a meu ver, não recebeu a atenção que merecia (nem um comentário, nem um!!!), ou seja, a 15 de Dezembro. Contudo, entretanto, esqueci-me, como é óbvio.
A minha próxima ausência é, todavia, justificada: férias de Natal, y' see?
Queria apenas desejar um Natal feliz aos poucos que ainda cá dão um pulinho de mês em mês.
Devia pôr uma daquelas contagens de visitas para saber se tenho um público preguiçoso ou se não tenho público nenhum. ***
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
03:46 minutos
Soaram os primeiros acordes. Mentira. Ainda se afinam as guitarras, verificam-se as cordas e o volume do som. Foi nessa altura que eles se conheceram, ele e ela.
Ele com a sua gravata às riscas e cabelo escorrido sobre a cara; ela com uma saia axadrezada e olhos azúis saltitões de luminusidade.
Agora sim. Os primeiros acordes foram dados, um solo de guitarra solene; um primeiro beijo foi partilhado. Lento e desleixado que os apanhou de surpresa, tal como o início da batida da bateria, aquele 1, 2, 3 antes do começo.
A voz amplificada pelo microfone fez ecoar palavras como gosto de ti e acho-te interessante, palavras essas que voaram para os ouvidos de ambos.
A música parecia ter dinâmica e bom ritmo, a letra da mesma é agradável ao ouvido; bate-se o pé e fecham-se olhos. Mas depressa começa o baixo a vir abaixo. O som torna-se, não tanto insuportável, mas talvez um pouco aborrecido.
O vocalista faz o melhor que pode, também eles o fizeram. Mas, por coincidência ou não, a música acaba, não tão bem quanto podia ter acabado. Soltam-se lágrimas, a banda agradece e o casal separa-se.
Não se pode viver de música. Não há nenhuma que dure para sempre.
(Só os Oasis, que parecem nunca acabar.)
*
Ele com a sua gravata às riscas e cabelo escorrido sobre a cara; ela com uma saia axadrezada e olhos azúis saltitões de luminusidade.
Agora sim. Os primeiros acordes foram dados, um solo de guitarra solene; um primeiro beijo foi partilhado. Lento e desleixado que os apanhou de surpresa, tal como o início da batida da bateria, aquele 1, 2, 3 antes do começo.
A voz amplificada pelo microfone fez ecoar palavras como gosto de ti e acho-te interessante, palavras essas que voaram para os ouvidos de ambos.
A música parecia ter dinâmica e bom ritmo, a letra da mesma é agradável ao ouvido; bate-se o pé e fecham-se olhos. Mas depressa começa o baixo a vir abaixo. O som torna-se, não tanto insuportável, mas talvez um pouco aborrecido.
O vocalista faz o melhor que pode, também eles o fizeram. Mas, por coincidência ou não, a música acaba, não tão bem quanto podia ter acabado. Soltam-se lágrimas, a banda agradece e o casal separa-se.
Não se pode viver de música. Não há nenhuma que dure para sempre.
(Só os Oasis, que parecem nunca acabar.)
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