Hoje é um dia especial.
Não o digo por ser o último dia de Julho, nem por estarmos quase em Agosto, o que só por si já é de celebrar, mas sim, porque hoje, alguém faz anos!
O Harry Potter!!!! Weee! Happy Birthday!
O Harry Potter não é só para geeks... -_-
terça-feira, 31 de julho de 2007
The house always wins
Calor. Por um lado fico feliz por fazer parte deste grande plano que é desertificar a Europa, por outro, fico pensativa, quando me ocorre que os góticos devem estar a sentir-se bem pior que eu (preto + sol = a bloody sweaty body).
Às tantas, lembro-me da já badalada teoria; duma medida secreta, que resulta, enfim, como arma biológica/genética, e que consiste, essencialmente, numa menopausa precoce.
Sendo os calores um dos sintoma dessa condição, o mundo (ou antes, a Humanidade) arranjaria, assim, uma forma de controlar a natalidade e, consequentemente, evitaria colocar mais algum miúdo idiota, no cargo de Primeiro-Ministro.
Everybody wins! *
Às tantas, lembro-me da já badalada teoria; duma medida secreta, que resulta, enfim, como arma biológica/genética, e que consiste, essencialmente, numa menopausa precoce.
Sendo os calores um dos sintoma dessa condição, o mundo (ou antes, a Humanidade) arranjaria, assim, uma forma de controlar a natalidade e, consequentemente, evitaria colocar mais algum miúdo idiota, no cargo de Primeiro-Ministro.
Everybody wins! *
domingo, 29 de julho de 2007
Verão
Ontem, por volta das 22h, durante uma discussão acalorada sobre as hipóteses de trabalho da Floribela e uma tentativa fútil de escutar as transmissões dos barcos pela rádio, apercebi-me que, não obstante a ausência da bandeira verde, as pessoas continuam a aventurar-se pelo mar adentro.
São parvas e têm a mania que sabem nadar muito bem. Só pode.
Embora o salitre colado ao exterior do vidro me impeça de ver claramente a praia, assunto que, de momento, foi resolvido por uma esponja e por uma avó dada à limpezas, ocorrem-me várias situações, em que, se as pessoas tivessem dado olhos (e não ouvidos, como seria de esperar) à cor da bandeira, teriam sido evitadas:
- os surfistas que partem de prancha na mão, besuntados, à indio, de protector solar, enfrentando as ondas, sem se aperceberem que não são um rival à altura;
- as crianças, para as quais praia não é praia sem um mergulho repleto de areia nas partes baixas;
- adolescentes irritantes, convencidos que sabem fazer skimming;
- velhotes que, sem querer, são arrastados pela maré, necessitando da ajuda dos nadadores salvadores (que descontraem alegremente no café) e não dos gritos incessantes de turistas e nativos que se juntam para observar a triste cena, que nunca lhes poderia acontecer a eles.
(essencialmente, o que pretendo dizer é que todos aqueles que agem de forma irresponsável, não obstante a sua idade, nos meses de Verão, estão sujeitos a diversos perigos, que seriam perfeitamente evitados, se seguissem regras básicas)
São coisas que acontecem, calculo. No entanto, acho prudente dar uma vista de olhos à bandeira antes de pôr um pé na água e esbarrar toneladas de protector nas costas, cara, ombros e nos restantes membros, aliviando o trabalho nas urgências e no departamento de oncologia, diminuindo os telefonemas para o 112, podendo os enfermeiros e médicos, deste modo, dar primazia àqueles que sofrem de facto de doenças como aneurismas e síndroma de Wilson.
Bom Verão!
São parvas e têm a mania que sabem nadar muito bem. Só pode.
Embora o salitre colado ao exterior do vidro me impeça de ver claramente a praia, assunto que, de momento, foi resolvido por uma esponja e por uma avó dada à limpezas, ocorrem-me várias situações, em que, se as pessoas tivessem dado olhos (e não ouvidos, como seria de esperar) à cor da bandeira, teriam sido evitadas:
- os surfistas que partem de prancha na mão, besuntados, à indio, de protector solar, enfrentando as ondas, sem se aperceberem que não são um rival à altura;
- as crianças, para as quais praia não é praia sem um mergulho repleto de areia nas partes baixas;
- adolescentes irritantes, convencidos que sabem fazer skimming;
- velhotes que, sem querer, são arrastados pela maré, necessitando da ajuda dos nadadores salvadores (que descontraem alegremente no café) e não dos gritos incessantes de turistas e nativos que se juntam para observar a triste cena, que nunca lhes poderia acontecer a eles.
(essencialmente, o que pretendo dizer é que todos aqueles que agem de forma irresponsável, não obstante a sua idade, nos meses de Verão, estão sujeitos a diversos perigos, que seriam perfeitamente evitados, se seguissem regras básicas)
São coisas que acontecem, calculo. No entanto, acho prudente dar uma vista de olhos à bandeira antes de pôr um pé na água e esbarrar toneladas de protector nas costas, cara, ombros e nos restantes membros, aliviando o trabalho nas urgências e no departamento de oncologia, diminuindo os telefonemas para o 112, podendo os enfermeiros e médicos, deste modo, dar primazia àqueles que sofrem de facto de doenças como aneurismas e síndroma de Wilson.
Bom Verão!
quinta-feira, 26 de julho de 2007
Interrupção escolar que dura aproximadamente 3 meses
Férias. Resumindo o título.
Gostava de vos contar que elas envolvem campos de golf, máscaras venezianas, corpos putrefactos e mimos. Mas não.
Envolvem, por outro lado, praia, bandiras amarelas, família e uma irmã a ler o último volume do Harry Potter.
Se não vos interessar, liguem a televisão, carreguem na 4 (TVI) e vejam o Clube das Chaves.
(Ainda dá? Não? Então vejam as Tardes da Júlia.)
Gostava de vos contar que elas envolvem campos de golf, máscaras venezianas, corpos putrefactos e mimos. Mas não.
Envolvem, por outro lado, praia, bandiras amarelas, família e uma irmã a ler o último volume do Harry Potter.
Se não vos interessar, liguem a televisão, carreguem na 4 (TVI) e vejam o Clube das Chaves.
(Ainda dá? Não? Então vejam as Tardes da Júlia.)
sexta-feira, 13 de julho de 2007
Reminiscências metafóricas do Passado
Lembrei-me deste título. Parece ser um bom título. O texto deve, portanto, ser igualmente bom.
Ficariam desiludidos se eu confessasse que não me ocorre nada para além deste título, que, após profunda análise, já não parece tão extraordinário?
Olhei para a direita. Encontrei alguém diante duma máquina insurdecedora, a carregar determinadamente num botão, cujo clic arranha um ouvido sensível. Habituei-me a ele e a esse alguém que olha impertubável para um ecrá luminoso, contagiante e perigosamente luminoso.
Olhei para a esquerda, quer dizer, olhei, mais precisamente, para nordeste, perscutando o exterior, em busca de algo mais excitante. Vi uma árvore; um pinheiro. Bravo, será? Não. Provavelmente manso. Estupidamente morto. Mas ele lembrou-me o Natal, festividade que, como tantas outras festa, ao mesmo tempo, consegue aborrecer-me de morte e levar-me a um estado de euforia genuína.
Esta reminiscência do passado (daqui vem o título) em particular é tristonha.
Uso este adjectivo [tristonha] porque quero acentuar a ridicularidade da tristeza da celebração em causa.
Um pinheiro pobremente enfeitado, bolas de algum material, não identificável no momento, com aspecto tosco e uma acumulação horrível de três pacotes embrulhados à pressa, cinco minutos antes.
Estão a ver a imagem?
Que bom. Era esse o meu objectivo. O meu aniversário aproxima-se e embora não seja necessária a presença de um pinheiro, os presentes são bem vindos! =D
Queiram desculpar-me pelo meu oportunismo evidente...
Ficariam desiludidos se eu confessasse que não me ocorre nada para além deste título, que, após profunda análise, já não parece tão extraordinário?
Olhei para a direita. Encontrei alguém diante duma máquina insurdecedora, a carregar determinadamente num botão, cujo clic arranha um ouvido sensível. Habituei-me a ele e a esse alguém que olha impertubável para um ecrá luminoso, contagiante e perigosamente luminoso.
Olhei para a esquerda, quer dizer, olhei, mais precisamente, para nordeste, perscutando o exterior, em busca de algo mais excitante. Vi uma árvore; um pinheiro. Bravo, será? Não. Provavelmente manso. Estupidamente morto. Mas ele lembrou-me o Natal, festividade que, como tantas outras festa, ao mesmo tempo, consegue aborrecer-me de morte e levar-me a um estado de euforia genuína.
Esta reminiscência do passado (daqui vem o título) em particular é tristonha.
Uso este adjectivo [tristonha] porque quero acentuar a ridicularidade da tristeza da celebração em causa.
Um pinheiro pobremente enfeitado, bolas de algum material, não identificável no momento, com aspecto tosco e uma acumulação horrível de três pacotes embrulhados à pressa, cinco minutos antes.
Estão a ver a imagem?
Que bom. Era esse o meu objectivo. O meu aniversário aproxima-se e embora não seja necessária a presença de um pinheiro, os presentes são bem vindos! =D
Queiram desculpar-me pelo meu oportunismo evidente...
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Máquina do tempo - ponto de partida e de retorno
Bem vindo, dearest viajante do tempo!
Os nossos supervisores desconhecem esta pequena infracção que estamos a cometer... No entanto, achámos que relembrar aos nossos queridos leitores os tempos de glória em que o nosso humor era uma arma de grande poderio e em que o diploma de cientistas qualificadas estava quase ao nosso alcance, seria uma boa ideia...
Através da máquina do tempo, podem viajar através da história do blog mais aclamado de toujours: Cientistas Sem Diploma!
Intercalamos, por isso, alguns desses posts memoráveis entre os que já alguns de vós conhecem, também na esperança de que isso vos alicie e reler as entradas menos recentes.
Obrigada e enjoy!
Os nossos supervisores desconhecem esta pequena infracção que estamos a cometer... No entanto, achámos que relembrar aos nossos queridos leitores os tempos de glória em que o nosso humor era uma arma de grande poderio e em que o diploma de cientistas qualificadas estava quase ao nosso alcance, seria uma boa ideia...
Através da máquina do tempo, podem viajar através da história do blog mais aclamado de toujours: Cientistas Sem Diploma!
Intercalamos, por isso, alguns desses posts memoráveis entre os que já alguns de vós conhecem, também na esperança de que isso vos alicie e reler as entradas menos recentes.
Obrigada e enjoy!
quarta-feira, 11 de julho de 2007
Não. Isso é mentira.
Que horror. Mentira insípida! Balelas! Escarnecem de mim...
Blasfémia...!
É óbvio que não sofro.
Perguntas porque choro? Não tenho de ter uma razão. Até tenho, mas não ta quero contar.
Não é válida, não é justificável, não é simples e não é minha.
Eu não choro. É soro que me cai dos olhos; faz bem "limpar" os olhos, purificá-los das impurezas (passo a redundância) cruéis do mundo. Não choro. É impressão tua. Isto é só uma alergia tola. Comichão nos olhos, não passa disso. Juro.
Já disse que não estou a sofrer. Só os palermas sensíveis é que sofrem.
Eu sou forte. Gostava de ser forte. Sonho com isso todos os dias: que sou forte e que não choro.
Blasfémia...!
É óbvio que não sofro.
Perguntas porque choro? Não tenho de ter uma razão. Até tenho, mas não ta quero contar.
Não é válida, não é justificável, não é simples e não é minha.
Eu não choro. É soro que me cai dos olhos; faz bem "limpar" os olhos, purificá-los das impurezas (passo a redundância) cruéis do mundo. Não choro. É impressão tua. Isto é só uma alergia tola. Comichão nos olhos, não passa disso. Juro.
Já disse que não estou a sofrer. Só os palermas sensíveis é que sofrem.
Eu sou forte. Gostava de ser forte. Sonho com isso todos os dias: que sou forte e que não choro.
sábado, 7 de julho de 2007
Inspiração
Ela vem e vai.
VEM:
Quando bate à porta, bate devagarinho, sustendo a respiração; vem, depressinha, sem rodeios, possui-me pela mão, entra-me suavemente de rompante na cabeça, manipula o que digo, o que faço, encantando o pensamento e fechando as cancelas para tudo o resto. Sou dela, na brevidade de um instante...
VAI:
Vai, como se não tivesse vindo de todo, sem anunciar a partida, arrastando os laivos que escapam daquilo que dela quer permanecer comigo, agarrando-se ao movimento ritmado da mão sobre o papel, o tampo da mesa, uma folha improvisada, perdendo-se a meados; oblivia-se o seu sentido primário. Fica a memória daquilo que ela podia ter sido, a promessa de um retorno semelhante, mas nunca igual.
Ela parte, eu fico à espera.
VEM:
Quando bate à porta, bate devagarinho, sustendo a respiração; vem, depressinha, sem rodeios, possui-me pela mão, entra-me suavemente de rompante na cabeça, manipula o que digo, o que faço, encantando o pensamento e fechando as cancelas para tudo o resto. Sou dela, na brevidade de um instante...
VAI:
Vai, como se não tivesse vindo de todo, sem anunciar a partida, arrastando os laivos que escapam daquilo que dela quer permanecer comigo, agarrando-se ao movimento ritmado da mão sobre o papel, o tampo da mesa, uma folha improvisada, perdendo-se a meados; oblivia-se o seu sentido primário. Fica a memória daquilo que ela podia ter sido, a promessa de um retorno semelhante, mas nunca igual.
Ela parte, eu fico à espera.
domingo, 1 de julho de 2007
Novo aspecto!
Que tal? Está bonito?
Eu ainda tentei ir buscar o iodo de sódio e o carbonato de magnésio ao armário dos ingredientes...
Não me deram autorização. Disseram para ir para o canto brincar com os meus livros e listas de autores portugueses.
***
Eu ainda tentei ir buscar o iodo de sódio e o carbonato de magnésio ao armário dos ingredientes...
Não me deram autorização. Disseram para ir para o canto brincar com os meus livros e listas de autores portugueses.
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