sábado, 20 de janeiro de 2007

Máquina do tempo I - século III a.C.

Normalidade

Coisas normais:

- apanhar o autocarro
- ficar encurralado no trânsito
- chegar atrasado- ter amigos
- comer batatas fritas
- fazer a cama

Mas nós gostamos de ser originais, por isso decidimos escrever um blog e gozar um bocadinho com estas situações tão, tão, tão normais!!!!

- "Toma lá, toma lá!!! Eu vou de carro!!!"
- " brumm, brumm! que sorte!! Eu tenho uma mota!"
- " Chegaste atrasado, tens falta! Aos dois tempos!"
- "*snif* *snif* i'm a lonely guy..."
- "*come uma batata e incha* Oh não!!! Sou alérgico!!! Anti-histamínicos!!! Depressa!"
- "Eh... Hoje, não faço.... Fazer a cama é para os betos."

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terça-feira, 9 de janeiro de 2007

Zinhinhito?

Diminutivos. Coisas que chateiam ou agregados carinhosos?
Aqui está a pergunta que todos fazem.

Seria mesmo bonzinho se alguém respondesse a esta perguntinha muito depressinha. Estamos todinhos à espera de uma respostazita interessantezinha, para esta questãozinha.
Achamos, contudo, que vieram ao localzinho errado. Pensamos que vocês nos devem ter confundido com pessoazinhas capazes de responder a esse tipinho de perguntinhas. Mas não somos.

Pedimos muitas desculpinhas por este equivocozito.
beijinhos! *

A maioria deseja... Nós escrevemos sobre o desejado.

Os pais revolucionários desejavam ter a vida das grandes personalidades, conhecê-las, estar no centro das revoluções, erguer bem alto o cartaz que assinalou aquela manifestação inesquecivel.

Os irmãos mais velhos desejavam um emprego estável, ou um emprego qualquer... Nos dias que correm não se pode contar com mais do que isso. Eles desejavam (e achamos que ainda desejam) sair de casa e comprar um carro.

Os avós desejavam que tudo voltasse ao que era dantes. "Com o Salazar é que estávamos bem! Podem dizer mal dele à vontade, mas pelo menos tinhamos os cofres cheios de ouro!!!", "Antigamente o pão era barato, antigamente podiamos ir a pé, sem corrermos o risco de sermos assaltados à frente da esquadra, etc".


Nós, simples aprendizes de laboratório e novatas nesta cena da literatura, escrevemos sobre o que desejamos. Não andamos aí a espalhar aos quatro ventos que gostávamos de ganhar o Euromilhões e que adorávamos que a segurança social não acabasse dentro de poucos anos.
É certo que o dizemos, assim baixinho, só para os que estão próximos, dizemo-lo para quando morrermos, alguém saiba que seria agradavel ser galardoada com prémios e dias nacionais, esquinas e quiçá avenidas, hospitais e jardins!!! Queremos o que Inês de Castro teve. Glória.

Será pedir muito?

domingo, 7 de janeiro de 2007

CABUM!!!

O Dr. Zeldus Lamborini pediu para a alguém entregar um relatório experimental às 15h em ponto. As destemidas cientistas, que esperavam ansiosamente por um diploma, decidiram que seria uma boa oportunidade para subir na vida e pediram para serem elas a realizar este trabalho. No entanto, por motivos de força maior, só conseguiram entregar o relatório ao seu destino, às 15:47h.

O que é que tem? O que é que podia acontecer? Serem despromovidas?
Por acaso sim. Foi mesmo isso que aconteceu.

Empacotaram os tubos de ensaio, dobraram as batas chamuscadas e foram-se embora.
Há-de haver quem sinta a falta delas.
Todavia, no laboratório 565 elas foram bem acolhidas e foi lá que desenvolveram algumas das suas excelentes peças.

Soube-se mais tarde, que o gabinete do Dr. Lamborini tinha explodido. Todas as provas existentes de que certas experiências e descobertas cientificas tinham lá sido realizadas, tinham desaparecido entre o fogo.
Felizmente, existe alguém que conhece a fórmula do sucesso do investigador e que a pode fazer florescer noutro lugar.

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