Preto, à tua volta circulo, espalho-me na negrura da neutralidade, caio na tua imensidão infinita, mancho de escuridão os teus contornos irascíveis, violo os limites voláteis da tua cor e enrolo-me nos teus braços de sombra, na esperança de senti-los a abraçarem-me de volta.
Um comentário:
Que queres que diga?
Não me ocorre nada.
Não me parece que possa fazer alguma piada com este post...
Mas está bonito.
Postar um comentário