terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

Antes de mim, já houve alguém que pensasse num título para um post dum blog

Existem coisas... Baah! Quem é que eu quero enganar? Eu não sei o que escrever aqui!!! Se soubesse não tinha abandonado o blog.

Abandonar não é bem a palavra: esqueci-me de vir cá e de escrever posts, esqueci-me da passe e ainda agora tive dificuldade em me lembrar do username.
Às vezes dá-me"uma gana", como diria o Zé Povinho, de escrever. Nessas alturas mando e-mails: escrevo coisas estapafurdias (existe!!!) e levemente filosóficas (bem, talvez não). Noutras vezes, lembro-me que tenho, eu e a B, um blog e venho até cá espalhar a palavra ao mundo dos nautas.

Nauta...Nauta de marinheiro, mas neste caso marinheiro da Internet...É por isso que se diz surfar na net!!! Wow, eu sou mesmo esperta!
(Tenham compaixão: é tarde, estou deprimida - mentira!!! - e as ideias já não fluem como deviam).

Gostava de ser uma daquelas pessoas que dizem frases emblemáticas e que, mesmo não sabendo, ficam para a história. Gostava de ter dito frases do género: «Responsabilidade: tu não prestas mesmo!» ou «Ser ou não ser! Eis a questão!». Whatever... My point is: tudo o que penso ou escrevo já alguém antes de mim pensou e escreveu. Até mesmo escrever e pensar sobre as coisas que pensamos e escrevemos e que já houve pessoas que o fizeram antes de nós é uma farsa, porque provavelmente também já houve alguém que pensasse isso.

Concluindo: a nossa vida inteira resume-se a uma existência patética, em que sonhamos que podemos vir a ser tão bons como os outros, que nunca o foram, pois houve sempre alguém que pensasse no que eles pensaram e, supostamente, descobriram, antes.

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