Perdi-a.
Não sei quem sou, para onde vou.
As estrelas não me dizem.
Eu pergunto, suplicante; não me dizem.
Ficam caladinhas, silenciosas, contemplando este meu fado perjurioso.
Perdi-a. Ó Deus, perdi-a. Que faço? Não sei.
Ele não me diz, não quero que me diga, que me dê uma razão para acreditar.
Mas não me lembro. Tudo é fumo, água que escorre das mãos, qual neve baça.
Praguejo, pois perdi-a. Acho que já não a consigo recuperar.
O céu escuramente límpido, o regato corre lá ao fundo.
Deixei-a para trás, sem querer;
O barulho se foi, as chaminés se foram.
Ficou o piar do mocho e os ramos vibrantes, que nada me fazem recordar o que perdi.
Tão longe a deixei. Porque a deixei?
Faço sinal, ele não volta. Estendo o dedo, nada.
E perdi-a! Perdi-a de vez!
Perdi a memória no banco de trás do táxi, lá longe, na cidade.
Não costumo escrever poemas. Acho que se nota. ***
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5 comentários:
Obrigado pela visita e pelos comentários =)
Gostei muito do teu blog.
Até à próxima.
isto tudo pela pic que têm no MSN ;D
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ahhh os comments longossss
que saudadeeeeeeessss
bah
bah
bah
bah
bah
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bah
bah
bah
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bah
bah
bah
beijos******
gosto mesmo de vocês.
bah. .__.
ena! tentei descer a janela só clicando na seta na barra. demora tempoooos 8DDDDD
:O
A Ticha deixou um enorme comentário!
^^
Um beijinho*
Olha, deu-lhe para a poesia.
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